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sábado, 27 de junho de 2015
Lurdes Pires Rato: uma memória agradecida de uma catequista da Paróquia da Quinta do Conde, comunidade da Boa Água
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sábado, 20 de junho de 2015
AS EQUIPAS DE NOSSA SENHORA na Diocese de Setúbal
1.
O
nascimento do Movimento das Equipas de Nossa Senhora
As Equipas de Nossa Senhora (ENS) são
um movimento de espiritualidade conjugal que tem como objectivo ajudar os
casais a viver o Matrimónio, dando testemunho da Graça do sacramento na sua
vida. Trata-se de um movimento reconhecido pela Santa Sé como uma Associação
Privada Internacional de Fiéis de Direito Pontifício.
Nas palavras do Pe Henri Caffarel,
sacerdote fundador das ENS, "As
Equipas de Nossa Senhora têm por objectivo essencial ajudar os casais a
caminhar para a santidade. Nem mais nem menos."
Cada uma das equipas forma-se de modo
livre e é constituída por um número indicativo de 5 a 7 casais e um Sacerdote -
Conselheiro Espiritual.
O ponto “alto” da vida da equipa em
cada mês é o dia da reunião. Na reunião de Equipa, os casais rezam juntos,
meditam a Palavra de Deus, partilham a vida e procuram conhecer e amar cada vez
mais Jesus e a Sua Igreja.
O movimento nasceu de forma muito
simples: em 1938, em Paris, um jovem padre na Paróquia de Notre Damme, Henri
Caffarel, recebeu a visita de uma senhora que conversou com ele sobre a sua
vida espiritual. Alguns dias depois, regressou acompanhada do marido.
Posteriormente, este casal apresentou o Padre Caffarel a outros três casais.
Estes quatro jovens casais queriam
viver o seu amor à luz da Fé. Pediram, então, ao Padre Henri Caffarel que os
guiasse nesta procura.
"Façamos
o caminho juntos" - respondeu-lhes o Padre Caffarel.
A semente estava lançada. A primeira
reunião realizou-se em Paris, a 25 de Fevereiro de 1939 e foi seguida de muitas
outras.
A criação de um movimento de casais,
com o desejo de santidade no e pelo sacramento do Matrimónio foi um grande
acontecimento, à época, na vida da Igreja. As Equipas de Nossa Senhora vieram
propor a espiritualidade conjugal e um método para uma vida em Equipa, em "Comunidade Cristã de Casais", o
que constituiu uma surpresa, sendo hoje entendido como um carisma, um dom dado
por Deus à sua Igreja.
As equipas confiam-se à protecção de
Nossa Senhora, Mãe e modelo na vida simples de Nazaré. Daí o nome escolhido
para o Movimento.
No dia 26 de Julho de 2002, festa de
Santa Ana e de S. Joaquim, pais da Virgem Maria, o Conselho Pontifício para os
Leigos reconheceu definitivamente as Equipas de Nossa Senhora como Movimento de
Fiéis Laicos (Decreto
de Reconhecimento).
2. O início das Equipas de Nossa Senhora em
Portugal
De acordo com os últimos dados
disponíveis:
As
ENS estão implantadas em todos os continentes, num total de mais de 120.000
membros
A nível mundial, o português é a
língua mais falada no movimento.
O espírito das ENS chegou a Portugal
em 1955 com a criação da equipa Lisboa 1, que viria a ser reconhecida em 1959.
O reconhecimento oficial do Movimento data de 1957, com o reconhecimento da equipa
Porto 1.
Uma ENS pode constituir-se de vários modos: através de
um sacerdote que, conhecendo vários casais, os desafia para constituírem uma
equipa, um ou alguns casais que, desejando pertencer às ENS, desafiam outros e
contactam um sacerdote ou o Movimento, …
Reunidos que estejam
os casais com este desejo comum e encontrado um sacerdote que aceite integrar a
equipa como Conselheiro Espiritual, inicia-se a fase denominada de pilotagem,
que dura cerca de um ano e em que um casal já pertencente às ENS e com formação
para o efeito, está presente nas reuniões mensais da nova equipa, ajudando-se
mutuamente a melhor conhecerem e amarem o método das ENS. Terminada
esta fase, cada equipa, de uma forma simples, manifesta a sua vontade de
integrar o movimento, realizando o seu Compromisso.
Actualmente, a nível nacional, as ENS
contam mais de 13.000 membros, entre casais, viúvas e viúvos e sacerdotes
conselheiros espirituais.
3.
As Equipas
de Nossa Senhora na Diocese de Setúbal
3.1 O
início do Movimento na diocese
Logo em 1956, por iniciativa de um
grupo de casais de Almada, se constituiu uma equipa que foi pilotada por um
casal da Lisboa 1 e marcou o início da expansão do Movimento na Margem Sul do
Tejo.
Em Julho de 1959 realizaram o seu
Compromisso na Igreja de Cacilhas.
Todos os casais da equipa Almada 1
tomaram parte activa na formação e consolidação do Sector de Setúbal, o qual
iniciou actividade em 1964 e oficializou a sua constituição em 1967. Os
primeiros responsáveis de Sector foram a Soledade e o Álvaro Rodrigues, da
Almada 1. Existiam, na altura, seis equipas: Almada 1 e 2, Barreiro 1 e 2 e em
formação Setúbal 1 e 2.
No Encontro Internacional de Lourdes,
em 1965, participaram já os casais Soledade e Álvaro Rodrigues e Natércia e
Manuel Valente, da Almada 1.
3.2 A presença do Movimento na diocese
Segundo consta da Carta Mensal de Novembro de 1972 – documento que
surge em 1947 e que passa a ser publicado com periodicidade regular, resumindo
a vida do Movimento no respectivo período e a metodologia -, nessa data eram
responsáveis do Sector de Setúbal o casal Teresa e Horácio José Condesso, da
Almada 2, o Conselheiro Espiritual da Equipa de Sector era o Padre Carlos
Pessoa Pais – o qual tinha como equipa base a Lisboa 53 - e nessa data
encontravam-se em actividade no Sector as seguintes equipas: Setúbal 2, 3, 4, 6
e 7, Almada 1 e 2, Barreiro 1 e 3, Montijo 1 e 2 e a primeira equipa que se
denominou Seixal 1 – esta deixou de funcionar em 1980 e em 2000 constituiu-se
uma outra equipa que adoptou esta mesma denominação.
O Movimento foi-se expandido e ao longo dos anos foram surgindo
equipas em Alcácer do Sal, em Alcochete, em Almada, na Amora, em Azeitão, no
Barreiro, em Corroios, no Feijó, em Fernão Ferro, no Miratejo, na Moita, no
Monte de Caparica, no Montijo, em Paio Pires, em Pinhal de Frades, no Pinhal
Novo, na Quinta do Anjo, na Quinta do Conde, em Santiago do Cacém, em Santo
André, em Sarilhos Grandes e no Seixal.
Algumas, entretanto, por razões várias, deixaram de funcionar.
3.4. As equipas na actualidade
Actualmente o Sector de Setúbal pertence à Região Lisboa 1,
Província Sul, existindo em funcionamento 19 Equipas, Almada09, Amora 03, Azeitão 01, Azeitão
02, Azeitão 03, Azeitão 04, Corroios 01, Fernão Ferro 01, Miratejo 01, Montijo
03, Montijo 04, Montijo 07, Santiago do Cacém 01, Seixal 01, Seixal 02, Seixal
03 , Seixal 04, Setúbal 08.
As raízes fecundas da Almada 1 e o amor dos seus membros ao
Movimento permitiram que a mesma, não obstante a presença de alguns dos seus
membros já junto do Pai, se mantivesse ainda na actualidade com reuniões, com a
regularidade possível.
Encontram-se em pilotagem 5 outras Equipas: Feijó 1, Montijo 8,
Pinhal de Frades 1, Montijo 09 e Montijo 10.
4.
Ser Testemunhas do Amor de Deus no
Mundo
Damos Graças a Deus pela inspiração concedida ao Pe Henri Caffarel, pela sua atenção à realidade dos casais que
desejavam viver com verdade o Matrimónio e pela sua fidelidade à Igreja.
Damos Graças igualmente por tantos padres que, reconhecendo a
beleza das ENS, se têm disponibilizado para, apesar dos muitos afazeres,
assumir a missão de Conselheiros Espiritais. A presença e a amizade de um
sacerdote que a experiência de ENS permite é, na vida da família, um dos maiores
dons que recebemos do Movimento.
Agradecemos também pelos casais que, ao longo dos anos, de forma
generosa, foram aceitando tarefas no Movimento e muito concretamente no Sector
de Setúbal e aqui temos que salientar a enorme generosidade e disponibilidade
para servir dos casais da Almada 1. Foram a Natércia e o Manuel Valente que,
passados cerca de 40 anos de vida em equipa, em 2000 e num momento de
dificuldade para o Sector, voltaram a aceitar a missão de ser pilotos da “nova”
equipa Seixal 1 que então se constituiu. Temos igualmente que referir outra
grande Graça das ENS – o sentido de missão -, que aqui em Setúbal se
manifestou, de forma muito concreta, quando, em meados de 2000, o casal Paula e
António Pimentel, que embora fazendo parte do Sector de Cascais, aceitou,
durante algum tempo, assumir a responsabilidade do Sector de Setúbal para
ajudar na reorganização do mesmo.
Pedimos
a Graça da fidelidade ao carisma das ENS. quer na vida de casal, na família, na
Igreja, para que possamos, conforme o pedido de São João Paulo II, no Discurso
aos Responsáveis Regionais das Equipas de Nossa Senhora, proferido em 20 de
Janeiro de 2003, “… testemunhar
incessantemente de maneira explícita a grandeza e a bondade do amor humano, do
matrimónio e da família”.
Manuela e Paulo Lourenço
(equipa seixal01)
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
Paróquia de Cristo Rei: Testemunho do P. José Vicente Martins, S.J.
Quando a 10.01.1993 tomei posse do
cargo de Pároco do Pragal, vindo da Paróquia de S. João Evangelista, onde
estivera desde 03.03.1974, não entrava em terreno completamente desconhecido,
por conhecer bem o P.Norberto Martins S.J. que fora meu Companheiro de
Noviciado da Companhia de Jesus durante algum tempo.
Como “Comunidade de Fiéis”, a
Paróquia de Cristo Rei partia de uma realidade já bastante trabalhada e
prometedora, acompanhada por diversos Sacerdotes, que por passaram e por ordem recordamos:
- Pe. José do Carmo Vicente, que
foi o pioneiro da reconstrução da “Ermida” totalmente degradada depois de 1910
e finalmente devolvida ao Culto em 1957.
- Pe. Camilo Neves Martins, que
alugou na Rua Fernão Lourenço um armazém, para funcionar como “Salas das
Torcatas”.
- Pe. Norberto Martins S.J nomeado
1º Pároco em 1976 e que já em 1973 começara a fazer diligências para conseguir
um lugar de Culto na Qtª de S. Francisco de Borja, anexa à Igreja Matriz, a
Igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens.
- Pe. José Afonso Marques Pinto
S.J.- 2º Pároco do Pragal, nomeado a 23.10.1983 que deu início ao Centro Social
Paroquial, instalado na R. da Bela Vista, em lojas cedidas pelo IGAPHE em
regime de comodato.
- P.José Vicente Martins S.J. nomeado
como o 3º Pároco a 22.11. 1982.
A Paróquia de Cristo Rei do
Pragal, com a Igreja Matriz da “Ermida”, começou extraordinariamente pobre em
estruturas e equipamentos, com 3 lugares de Culto muito escassos e distantes,
embora a cedência da Qtª de S. Francisco de Borja pelo IGAPHE em 1989, tivesse
melhorado significativamente a situação quanto aos espaços disponíveis. No
entanto, na minha maneira de ver, havia muito que trabalhar, e convencer
pessoas responsáveis quanto a tornar possível a acelerar o projecto da divisão
da Paróquia, logo que estivessem reunidas condições para isso, assunto que foi
apresentado ao Bispo com a força que tinha quando a Paróquia cumpria já os seus
25 anos de existência. Cinco anos depois, quando se completava o 30º
aniversário da Paróquia de Cristo Rei - Pragal, estava finalmente criada a
Paróquia de S. Francisco Xavier da Caparica, por decreto de D. Gilberto Bispo
de Setúbal, datado de 29 de Julho de 2006 na Solenidade dos Apóstolos S. Pedro
e S. Paulo, tomando posse da nova Paróquia o seu 1º Pároco a 15 de Outubro
desse mesmo ano o P. José Pires S.J.
Podia
respirar-se um pouco melhor na Paróquia do Pragal. A dignificação e recuperação
da pequena Igreja Matriz impunham-se como primeiríssima preocupação, mas tudo o
que nessa altura de concreto se conseguiu após mais de dois anos de diligências
para se obter o terreno e a execução da obra, foi o Largo Fronteiro à fachada
da Ermida a que se deu o nome de “Largo Armindo dos Santos”, Excelente Autarca
Presidente da Junta Pragal e inesquecível amigo que a morte levou cedo.
Com a aprovação da Câmara, estava
assim aberto finalmente e em definitivo o caminho para podermos concorrer a um
subsídio de apoio à construção. Com o custo orçamentado em 335.000€ + Iva;
pedia-se o subsídio de 225.000€, ficando a importância de 110.000€ que a boa
vontade de todos ajudaria a conseguir.
Não deixava de pairar uma forte
suspeita de a Paróquia estar a ser empurrada para um ciclo infindável de
agravamento sucessivo de custos. Foi assim que em desespero de causa, cansados
de esperar agarrados a falsas expectativas, desenganados de quem tudo adiava
sem ao menos inquirir sobre as reais necessidades vendo os custos a aumentar
exageradamente, a Paróquia resolveu enfrentar a obra endividando-se com um
empréstimo bancário, prescindindo de subsídios governamentais que melhor fora
tivessem sido negados logo à partida.
Mas... que se pretendia fazer (ou melhorar) no Pragal?
1. Ampliação do interior da Igreja: não em profundidade mas em largura a duplicar o espaço, com um
arranjo da Capela - Mor a condizer com o Sacrário e com a Cruz, de maneira que
o Sacrário ficasse à vista de toda a Assembleia, atraindo a sua atenção.
2. Criação de duas Capelas Mortuárias: dispondo de todos os
requisitos de higiene, salubridade, iluminação, ventilação e funcionalidade
requeridos para o bom desempenho da sua finalidade.
3. Criação de uma Residência Paroquial: Com hall de entrada, quarto,
sala de estar, cozinha e instalações sanitárias.
4. Criação de uma sala de estar; ao nível do piso da Igreja e outra
em nível superior, ambas com superfície bastante desafogada e com sentido de
aproveitamento funcional.
5. Sala-Cave: Aproveitamento do desnível exterior como
sala-multiusos para convívio. Festas, etc. com acesso exterior.
6. Gabinete e Secretaria: ao nível de entrada na Igreja e com casa de
banho para acesso público, com acesso exterior.
7. Escada de acesso ao coro: Escada em caracol a partir do interior da
Igreja sem lhe diminuir a capacidade, e ampliado o côro a capacidade da Igreja.
Não foi obra simples. Não foi
também a grande solução para o Pragal de hoje, porque não houve a capacidade
(30 anos antes) com a preocupação de futuro, quando tudo era possível. Mas foi
a obra possível e inadiável nas condições já descritas, tendo-se conseguido um
ganho bastante significativo relativamente ao aspecto funcional e ao
aproveitamento dos espaços que se criaram.
Não foi também obra barata, para
as fracas posses da Paróquia, porque a transformação a fazer era muito grande e
necessariamente cara. Mas foi uma obra feita com amor e sacrifício que muitos
julgavam impossível,
Concluída a obra no tempo
previsto, fez-se a inauguração solene no dia 18 de Outubro de 2005 em cerimónia
presidida pelo Sr. Bispo de Setúbal acompanhado por oito Padres Concelebrantes
e uma grande assistência que o espaço não conseguiu conter na totalidade, e a
presença da Ex.ma Presidente da Câmara de Almada, Presidentes das Juntas de
Freguesias de Almada, pessoal da Empresa Construtora (Alves Ribeiro) e muitas
outras pessoas gradas do meio.
Nem só o dinheiro era necessário.
Quantos anónimos depositaram as suas economias para que tudo ficasse pago como
ficou. Valeu a pena? O Coração diz-me que sim! E os amigos que tanto ajudaram
com o seu testemunho e o seu dinheiro, dizem-me o mesmo. Ficou tudo feito?
Claro que não, porque nada é perfeito. Mas valeu a pena o esforço e até a saúde
que por lá foi ficando. O que nesta altura me dá imensa alegria é o Pragal ter
sido entregue a quem foi. O Padre Horácio Noronha que na minha invalidez me
substituiu, é a pessoa certa para estimular a população do Pragal, a viver em
sintonia com o Amor que Deus espera de cada um, aquele Amor que S. Paulo nos
diz que não acaba nunca e que está acima de tudo.
Obrigado P, Horácio e que a
população do Pragal acompanhe sempre o seu trabalho como acompanhou o meu, de
maneira que hoje eu sinta uma Saudade que não sei descrever!
P. José Vicente Martins S.J.
domingo, 14 de junho de 2015
Movimento da Mensagem de Fátima
O Movimento da Mensagem de Fátima (MMF) é um movimento de formação e apostolado essencialmente constituído por leigos. Este Movimento
tem sido sucessivamente aprovado pela Conferências Episcopais Portuguesas.
A criação do secretariado diocesano do MMF contou com o
apoio do então, Reitor do Santuário de Fátima, Monsenhor Luciano Guerra, da Fátima
Lages, da Isabel Greck Torres, do Padre Gusmão e do Padre Lobato.
Os seus membros vivem e difundem a Extraordinária
Mensagem que, de Fátima, começou
a ressoar pelo mundo todo desde o dia 13 de maio de 1917 e que se prolongou,
durante 5 meses, até ao dia 13 de outubro do mesmo ano. “Se a Igreja aprovou a
Mensagem de Fátima é porque ela contem uma VERDADE e um CHAMAMENTO que são a
verdade e o chamamanto do próprio Evangelho”( in Homilia do Papa João Paulo II em 13/05/1982 no Santuário de
Fátima). Nem outra coisa poderia vir de Nossa Senhora “Aquela que, na Santa
Igreja, ocupa o lugar mais alto depois de Cristo, e o mais perto de nós”. (Papa
Paulo VI, Allocutio in Concilio,4/12/63).
Foi com o Reverendíssimo Bispo D. Gilberto Canavarro dos Reis
que se formou o primeiro secretariado diocesano do MMF em Setúbal.
O primeiro secretariado
dicesano foi composto pelo Presidente Reis Marques, Eugénia, Maria Arménia
Santos e Maria Isabel de Almeida Bugarim.
Com o objetivo de desenvolver a formação e preparação apostólica dos seus membros, o Secretariado
Nacional em articulação com os Secretariados Diocesanos organiza cursos a nivel
nacional, diocesano e paroquial.
Os encontros do MMF em Setúbal contaram com a presença do
Bispo D. Gilberto, do padre Antunes (assistente nacional do MMF), padre José
Maria Furtado (assistente diocesano do MMF) e a então presidente do
secretariado diocesano Maria Isabel Bugarim.
As áreas
de apostolado do MMF são a Oração,
Peregrinações e Doentes.
PASTORAL
DA ORAÇÃO
As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora
ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982,
é a conversão e a vivência na graça de
Deus.
A Oração é “expressão do desejo que o homem tem de
Deus”(São Tomás de Aquino, in
Santificados em Cristo). É Deus, porque nos ama, nos atrai a Si, que inicia o
caminho, que deseja o dialogo connosco, que pede a nossa oração e o nosso
coração. Na pastoral de Oração, a mensagem de Nossa Senhora leva-nos a centrarmo-nos
na Eucaristia nos seus três polos: Celebração, Comunhão e Sacrário.
![]() |
| Adoração das crianças. |
PASTORAL
DAS PEREGRINAÇÕES
Na pastoral das Peregrinações dá apoio aos peregrinos a pé que caminham até ao Santuário
de Fátima. Organiza a peregrinação anual ao Santuário de Fátima, bem como peregrinações a outros Santuários
Marianos. A experiência de caminho
transforma o peregrino,despojando-nos do superficial dirigimo-nos para o
sagrado, sentimos o Amor que Deus tem por nós e por isso, quando O encontramos podemos
responder ao Seu Amor.
PASTORAL
DOS DOENTES
“A mensagem de Fátima e a vida dos Pastorinhos trazem até
nós uma forma muito concreta de abraçar a Cruz com amor e transformar o
sofrimento em luz capaz de redimir a humanidade. Fazer da cruz à semelhança de
Jesus matéria prima de salvação é o caminho que nos apnta o Evangelho e a
mensagem do Anjo e de Nossa Senhora de Fátima.”(in Santificados em Cristo, MMF, 2015). Esta pastoral dirige-se aos
doentes, doentes acamados ou hospitalizados e às suas famílias. São realizadas
visitas de acompanahmento dos doentes, organização de encontros a nível
paroquial e retiros no Santuário de Fátima.
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