quarta-feira, 24 de junho de 2015

Casal Dias: Paróquia de São José Operário Laranjeiro-Feijó



Maria Alice Canelas do Rio Dias
Nasceu a 9 de Maio de 1933 em Lisboa, na paróquia do Beato.
Morreu 26 de Novembro de 2008 em Setúbal, na paróquia de S. Sebastião- Setúbal.


Bernardo Figueiredo Dias
Nasceu a 20 de Novembro de 1927 em Lisboa, na paróquia de São Sebastião da Pedreira.
Morreu 15 de Agosto de 2008 em Setúbal, na paróquia de S. Sebastião - Setúbal.



Celebraram o seu matrimónio na Igreja Paroquial de São Bartolomeu do Beato em Lisboa no ano de 1951 e celebraram as suas Bodas de Ouro no ano de 2001, na igreja de São Sebastião, em Setúbal.

Vieram a viver para o Feijó ainda na década de 50 e aqui permaneceram cerca de 50 anos!
Durante mais de trinta, foram catequistas nesta paróquia onde deram um testemunho de autenticidade e, sempre na barbearia ou no salão de cabeleireira não perdiam a oportunidade de falar do Senhor Jesus.
Ambos de caráter afável dedicaram-se ao anúncio do Evangelho, como vocação e missão. A eles, durante muitos anos, se entregaram os adolescentes e jovens que, ainda hoje, guardam nos seus corações a imagem dum casal sereno, atento aos outros e sempre prontos na escuta e dedicação plena.
Não tendo filhos, conta a única irmã da Alice, a D. Maria João, que, dum modo muito discreto ajudavam os mais carenciados, “de mãos largas”, já que, em cada pobre, viam o rosto do Jesus que, na igreja anunciavam.
Na Comunidade paroquial, lembra o pároco de então, Pe. António de Sousa Oliveira que, na sua simplicidade e discrição criavam nos adolescentes e jovens a necessidade do Encontro com o Senhor Jesus, ajudando cada um deles (e foram muitos) no crescimento da Fé.
Ainda lembro a alegria com que os dois receberam, das mãos do senhor Bispo, D. Gilberto o Diploma dos 25 anos ao serviço da Catequese!
Só quem faz a experiência do amor de Deus dá catequese como um ato de amor.

Paróquia de São José Operário Laranjeiro- Feijó

sábado, 20 de junho de 2015

AS EQUIPAS DE NOSSA SENHORA na Diocese de Setúbal




1.       O nascimento do Movimento das Equipas de Nossa Senhora 

As Equipas de Nossa Senhora (ENS) são um movimento de espiritualidade conjugal que tem como objectivo ajudar os casais a viver o Matrimónio, dando testemunho da Graça do sacramento na sua vida. Trata-se de um movimento reconhecido pela Santa Sé como uma Associação Privada Internacional de Fiéis de Direito Pontifício. 

Nas palavras do Pe Henri Caffarel, sacerdote fundador das ENS, "As Equipas de Nossa Senhora têm por objectivo essencial ajudar os casais a caminhar para a santidade. Nem mais nem menos."
Cada uma das equipas forma-se de modo livre e é constituída por um número indicativo de 5 a 7 casais e um Sacerdote - Conselheiro Espiritual.
O ponto “alto” da vida da equipa em cada mês é o dia da reunião. Na reunião de Equipa, os casais rezam juntos, meditam a Palavra de Deus, partilham a vida e procuram conhecer e amar cada vez mais Jesus e a Sua Igreja.
O movimento nasceu de forma muito simples: em 1938, em Paris, um jovem padre na Paróquia de Notre Damme, Henri Caffarel, recebeu a visita de uma senhora que conversou com ele sobre a sua vida espiritual. Alguns dias depois, regressou acompanhada do marido. Posteriormente, este casal apresentou o Padre Caffarel a outros três casais.
Estes quatro jovens casais queriam viver o seu amor à luz da Fé. Pediram, então, ao Padre Henri Caffarel que os guiasse nesta procura.
"Façamos o caminho juntos" - respondeu-lhes o Padre Caffarel.
A semente estava lançada. A primeira reunião realizou-se em Paris, a 25 de Fevereiro de 1939 e foi seguida de muitas outras.
A criação de um movimento de casais, com o desejo de santidade no e pelo sacramento do Matrimónio foi um grande acontecimento, à época, na vida da Igreja. As Equipas de Nossa Senhora vieram propor a espiritualidade conjugal e um método para uma vida em Equipa, em "Comunidade Cristã de Casais", o que constituiu uma surpresa, sendo hoje entendido como um carisma, um dom dado por Deus à sua Igreja.

As equipas confiam-se à protecção de Nossa Senhora, Mãe e modelo na vida simples de Nazaré. Daí o nome escolhido para o Movimento.  
 No dia 26 de Julho de 2002, festa de Santa Ana e de S. Joaquim, pais da Virgem Maria, o Conselho Pontifício para os Leigos reconheceu definitivamente as Equipas de Nossa Senhora como Movimento de Fiéis Laicos (Decreto de Reconhecimento).


2.       O início das Equipas de Nossa Senhora em Portugal
De acordo com os últimos dados disponíveis:
As ENS estão implantadas em todos os continentes, num total de mais de 120.000 membros
A nível mundial, o português é a língua mais falada no movimento.
O espírito das ENS chegou a Portugal em 1955 com a criação da equipa Lisboa 1, que viria a ser reconhecida em 1959. O reconhecimento oficial do Movimento data de 1957, com o reconhecimento da equipa Porto 1.
 Uma ENS pode constituir-se de vários modos: através de um sacerdote que, conhecendo vários casais, os desafia para constituírem uma equipa, um ou alguns casais que, desejando pertencer às ENS, desafiam outros e contactam um sacerdote ou o Movimento, …
         
      
        Reunidos que estejam os casais com este desejo comum e encontrado um sacerdote que aceite integrar a equipa como Conselheiro Espiritual, inicia-se a fase denominada de pilotagem, que dura cerca de um ano e em que um casal já pertencente às ENS e com formação para o efeito, está presente nas reuniões mensais da nova equipa, ajudando-se mutuamente a melhor conhecerem e amarem o método das ENS.       Terminada esta fase, cada equipa, de uma forma simples, manifesta a sua vontade de integrar o movimento, realizando o seu Compromisso.
Actualmente, a nível nacional, as ENS contam mais de 13.000 membros, entre casais, viúvas e viúvos e sacerdotes conselheiros espirituais.


3.       As Equipas de Nossa Senhora na Diocese de Setúbal

3.1 O início do Movimento na diocese
Logo em 1956, por iniciativa de um grupo de casais de Almada, se constituiu uma equipa que foi pilotada por um casal da Lisboa 1 e marcou o início da expansão do Movimento na Margem Sul do Tejo.
Em Julho de 1959 realizaram o seu Compromisso na Igreja de Cacilhas.
Todos os casais da equipa Almada 1 tomaram parte activa na formação e consolidação do Sector de Setúbal, o qual iniciou actividade em 1964 e oficializou a sua constituição em 1967. Os primeiros responsáveis de Sector foram a Soledade e o Álvaro Rodrigues, da Almada 1. Existiam, na altura, seis equipas: Almada 1 e 2, Barreiro 1 e 2 e em formação Setúbal 1 e 2.
No Encontro Internacional de Lourdes, em 1965, participaram já os casais Soledade e Álvaro Rodrigues e Natércia e Manuel Valente, da Almada 1.



3.2   A presença do Movimento na diocese
Segundo consta da Carta Mensal de Novembro de 1972 – documento que surge em 1947 e que passa a ser publicado com periodicidade regular, resumindo a vida do Movimento no respectivo período e a metodologia -, nessa data eram responsáveis do Sector de Setúbal o casal Teresa e Horácio José Condesso, da Almada 2, o Conselheiro Espiritual da Equipa de Sector era o Padre Carlos Pessoa Pais – o qual tinha como equipa base a Lisboa 53 - e nessa data encontravam-se em actividade no Sector as seguintes equipas: Setúbal 2, 3, 4, 6 e 7, Almada 1 e 2, Barreiro 1 e 3, Montijo 1 e 2 e a primeira equipa que se denominou Seixal 1 – esta deixou de funcionar em 1980 e em 2000 constituiu-se uma outra equipa que adoptou esta mesma denominação.   
O Movimento foi-se expandido e ao longo dos anos foram surgindo equipas em Alcácer do Sal, em Alcochete, em Almada, na Amora, em Azeitão, no Barreiro, em Corroios, no Feijó, em Fernão Ferro, no Miratejo, na Moita, no Monte de Caparica, no Montijo, em Paio Pires, em Pinhal de Frades, no Pinhal Novo, na Quinta do Anjo, na Quinta do Conde, em Santiago do Cacém, em Santo André, em Sarilhos Grandes e no Seixal.
Algumas, entretanto, por razões várias, deixaram de funcionar.



3.4. As equipas na actualidade    
Actualmente o Sector de Setúbal pertence à Região Lisboa 1, Província Sul, existindo em funcionamento 19  Equipas, Almada09, Amora 03, Azeitão 01, Azeitão 02, Azeitão 03, Azeitão 04, Corroios 01, Fernão Ferro 01, Miratejo 01, Montijo 03, Montijo 04, Montijo 07, Santiago do Cacém 01, Seixal 01, Seixal 02, Seixal 03 , Seixal 04, Setúbal 08.
As raízes fecundas da Almada 1 e o amor dos seus membros ao Movimento permitiram que a mesma, não obstante a presença de alguns dos seus membros já junto do Pai, se mantivesse ainda na actualidade com reuniões, com a regularidade possível. 
Encontram-se em pilotagem 5 outras Equipas: Feijó 1, Montijo 8, Pinhal de Frades 1, Montijo 09 e Montijo 10.


4.       Ser Testemunhas do Amor de Deus no Mundo 

Damos Graças a Deus pela inspiração concedida ao Pe Henri Caffarel, pela sua atenção à realidade dos casais que desejavam viver com verdade o Matrimónio e pela sua fidelidade à Igreja.

Damos Graças igualmente por tantos padres que, reconhecendo a beleza das ENS, se têm disponibilizado para, apesar dos muitos afazeres, assumir a missão de Conselheiros Espiritais. A presença e a amizade de um sacerdote que a experiência de ENS permite é, na vida da família, um dos maiores dons que recebemos do Movimento.  

Agradecemos também pelos casais que, ao longo dos anos, de forma generosa, foram aceitando tarefas no Movimento e muito concretamente no Sector de Setúbal e aqui temos que salientar a enorme generosidade e disponibilidade para servir dos casais da Almada 1. Foram a Natércia e o Manuel Valente que, passados cerca de 40 anos de vida em equipa, em 2000 e num momento de dificuldade para o Sector, voltaram a aceitar a missão de ser pilotos da “nova” equipa Seixal 1 que então se constituiu. Temos igualmente que referir outra grande Graça das ENS – o sentido de missão -, que aqui em Setúbal se manifestou, de forma muito concreta, quando, em meados de 2000, o casal Paula e António Pimentel, que embora fazendo parte do Sector de Cascais, aceitou, durante algum tempo, assumir a responsabilidade do Sector de Setúbal para ajudar na reorganização do mesmo.


Pedimos a Graça da fidelidade ao carisma das ENS. quer na vida de casal, na família, na Igreja, para que possamos, conforme o pedido de São João Paulo II, no Discurso aos Responsáveis Regionais das Equipas de Nossa Senhora, proferido em 20 de Janeiro de 2003, “… testemunhar incessantemente de maneira explícita a grandeza e a bondade do amor humano, do matrimónio e da família”. 

Manuela e Paulo Lourenço
(equipa seixal01)

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Paróquia de Cristo Rei: Testemunho do P. José Vicente Martins, S.J.



Quando a 10.01.1993 tomei posse do cargo de Pároco do Pragal, vindo da Paróquia de S. João Evangelista, onde estivera desde 03.03.1974, não entrava em terreno completamente desconhecido, por conhecer bem o P.Norberto Martins S.J. que fora meu Companheiro de Noviciado da Companhia de Jesus durante algum tempo.

Como “Comunidade de Fiéis”, a Paróquia de Cristo Rei partia de uma realidade já bastante trabalhada e prometedora, acompanhada por diversos Sacerdotes, que por passaram e por ordem recordamos:

- Pe. José do Carmo Vicente, que foi o pioneiro da reconstrução da “Ermida” totalmente degradada depois de 1910 e finalmente devolvida ao Culto em 1957.

- Pe. Camilo Neves Martins, que alugou na Rua Fernão Lourenço um armazém, para funcionar como “Salas das Torcatas”.

- Pe. Norberto Martins S.J nomeado 1º Pároco em 1976 e que já em 1973 começara a fazer diligências para conseguir um lugar de Culto na Qtª de S. Francisco de Borja, anexa à Igreja Matriz, a Igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens.

- Pe. José Afonso Marques Pinto S.J.- 2º Pároco do Pragal, nomeado a 23.10.1983 que deu início ao Centro Social Paroquial, instalado na R. da Bela Vista, em lojas cedidas pelo IGAPHE em regime de comodato.

- P.José Vicente Martins S.J. nomeado como o 3º Pároco a 22.11. 1982.


A Paróquia de Cristo Rei do Pragal, com a Igreja Matriz da “Ermida”, começou extraordinariamente pobre em estruturas e equipamentos, com 3 lugares de Culto muito escassos e distantes, embora a cedência da Qtª de S. Francisco de Borja pelo IGAPHE em 1989, tivesse melhorado significativamente a situação quanto aos espaços disponíveis. No entanto, na minha maneira de ver, havia muito que trabalhar, e convencer pessoas responsáveis quanto a tornar possível a acelerar o projecto da divisão da Paróquia, logo que estivessem reunidas condições para isso, assunto que foi apresentado ao Bispo com a força que tinha quando a Paróquia cumpria já os seus 25 anos de existência. Cinco anos depois, quando se completava o 30º aniversário da Paróquia de Cristo Rei - Pragal, estava finalmente criada a Paróquia de S. Francisco Xavier da Caparica, por decreto de D. Gilberto Bispo de Setúbal, datado de 29 de Julho de 2006 na Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, tomando posse da nova Paróquia o seu 1º Pároco a 15 de Outubro desse mesmo ano o P. José Pires S.J.  

     Podia respirar-se um pouco melhor na Paróquia do Pragal. A dignificação e recuperação da pequena Igreja Matriz impunham-se como primeiríssima preocupação, mas tudo o que nessa altura de concreto se conseguiu após mais de dois anos de diligências para se obter o terreno e a execução da obra, foi o Largo Fronteiro à fachada da Ermida a que se deu o nome de “Largo Armindo dos Santos”, Excelente Autarca Presidente da Junta Pragal e inesquecível amigo que a morte levou cedo.

Com a aprovação da Câmara, estava assim aberto finalmente e em definitivo o caminho para podermos concorrer a um subsídio de apoio à construção. Com o custo orçamentado em 335.000€ + Iva; pedia-se o subsídio de 225.000€, ficando a importância de 110.000€ que a boa vontade de todos ajudaria a conseguir.

Não deixava de pairar uma forte suspeita de a Paróquia estar a ser empurrada para um ciclo infindável de agravamento sucessivo de custos. Foi assim que em desespero de causa, cansados de esperar agarrados a falsas expectativas, desenganados de quem tudo adiava sem ao menos inquirir sobre as reais necessidades vendo os custos a aumentar exageradamente, a Paróquia resolveu enfrentar a obra endividando-se com um empréstimo bancário, prescindindo de subsídios governamentais que melhor fora tivessem sido negados logo à partida.




Mas... que se pretendia fazer (ou melhorar)  no Pragal?



1. Ampliação do interior da Igreja: não em profundidade mas em largura a duplicar o espaço, com um arranjo da Capela - Mor a condizer com o Sacrário e com a Cruz, de maneira que o Sacrário ficasse à vista de toda a Assembleia, atraindo a sua atenção.

2. Criação de duas Capelas Mortuárias: dispondo de todos os requisitos de higiene, salubridade, iluminação, ventilação e funcionalidade requeridos para o bom desempenho da sua finalidade.

3. Criação de uma Residência Paroquial: Com hall de entrada, quarto, sala de estar, cozinha e instalações sanitárias.

4. Criação de uma sala de estar; ao nível do piso da Igreja e outra em nível superior, ambas com superfície bastante desafogada e com sentido de aproveitamento funcional.

5. Sala-Cave: Aproveitamento do desnível exterior como sala-multiusos para convívio. Festas, etc. com acesso exterior.

6. Gabinete e Secretaria: ao nível de entrada na Igreja e com casa de banho para acesso público, com acesso exterior.

7. Escada de acesso ao coro: Escada em caracol a partir do interior da Igreja sem lhe diminuir a capacidade, e ampliado o côro a capacidade da Igreja.



Não foi obra simples. Não foi também a grande solução para o Pragal de hoje, porque não houve a capacidade (30 anos antes) com a preocupação de futuro, quando tudo era possível. Mas foi a obra possível e inadiável nas condições já descritas, tendo-se conseguido um ganho bastante significativo relativamente ao aspecto funcional e ao aproveitamento dos espaços que se criaram.

Não foi também obra barata, para as fracas posses da Paróquia, porque a transformação a fazer era muito grande e necessariamente cara. Mas foi uma obra feita com amor e sacrifício que muitos julgavam impossível,



Concluída a obra no tempo previsto, fez-se a inauguração solene no dia 18 de Outubro de 2005 em cerimónia presidida pelo Sr. Bispo de Setúbal acompanhado por oito Padres Concelebrantes e uma grande assistência que o espaço não conseguiu conter na totalidade, e a presença da Ex.ma Presidente da Câmara de Almada, Presidentes das Juntas de Freguesias de Almada, pessoal da Empresa Construtora (Alves Ribeiro) e muitas outras pessoas gradas do meio.



Nem só o dinheiro era necessário. Quantos anónimos depositaram as suas economias para que tudo ficasse pago como ficou. Valeu a pena? O Coração diz-me que sim! E os amigos que tanto ajudaram com o seu testemunho e o seu dinheiro, dizem-me o mesmo. Ficou tudo feito? Claro que não, porque nada é perfeito. Mas valeu a pena o esforço e até a saúde que por lá foi ficando. O que nesta altura me dá imensa alegria é o Pragal ter sido entregue a quem foi. O Padre Horácio Noronha que na minha invalidez me substituiu, é a pessoa certa para estimular a população do Pragal, a viver em sintonia com o Amor que Deus espera de cada um, aquele Amor que S. Paulo nos diz que não acaba nunca e que está acima de tudo.

Obrigado P, Horácio e que a população do Pragal acompanhe sempre o seu trabalho como acompanhou o meu, de maneira que hoje eu sinta uma Saudade que não sei descrever! 



P. José Vicente Martins S.J.